Daniela chegou às seis da manhã na clínica, empurrando a cadeira de rodas de Rafael e se dirigiu para o salão da fisioterapia. O local estava cheio, ela posicionou a cadeira de rodas próxima a um banco e se sentou.
Observando as expressões faciais de Rafael entendeu que ele estava sentindo dor.
— Rafa, você tomou os medicamentos hoje?
— Tomei, por quê?
— Está sentindo dores?
—Não, estou me sentindo eufórico, louco para correr na avenida — respondeu acidamente.
Daniela fingiu não entender o ata