Os passeios diários pelas terras da mansão contemplando os campos verdejantes, não diminuíam o tédio que Daniela sentia. Ficava procurando algo para fazer dentro daquela casa que mais parecia uma prisão. Os empregados pareciam vigiá-la e os seguranças eram carcereiros sempre em posição de sentido, fazendo-a lembrar-se a todo instante de que não poderia sair até que Antonino ordenasse.
Naquele momento, final de tarde, debruçada na varanda do seu quarto, observando os empregados passando lá embaix