Não é estratégia. É a única opção que me dá o que preciso agora: um lugar sem história, sem parede que ouça.
Uma sílaba. Sem ornamento, sem orgulho, sem a elegância fria que ela normalmente empresta até às palavras mais simples. Apenas crua. Apenas verdadeira.
Ela quebra a distância que criou e vem. Devagar, medindo cada centímetro, como quem sabe perfeitamente que o que está fazendo é irreversível, que está pisando em um campo minado, e decide fazer assim mesmo.
Para perto de mim. Próxima o suficiente para que eu sinta o calor que ainda existe entre os nossos corpos, uma atração magnética que sobrevi