É quase físico, o desmoronar daquela muralha invisível.
Aquilo chega a um lugar dentro de mim que nenhuma acusação anterior havia alcançado, um ponto nevrálgico que se retorce.
— Não te estudei. Não tentei prever suas reações. Não calculei as saídas antes de entrar. — Um sorriso que é mais dor do que expressão se forma em seus lábios, uma contorção que me dilacera. — Eu simplesmente fui.
Fecho os olhos por um segundo. Curto. Mas suficiente para que a imagem de sua vulnerabilidade se grave em minha mente.
Quando os abro, ela ainda está ali. Mais dist