Mundo de ficçãoIniciar sessãoNa Europa do século XVII, Charlotte a herdeira dos dois mais poderosos reinos da Europa enfrenta uma guerra silenciosa por poder. Noiva do próximo rei da Inglaterra, a monarca se muda para a corte Inglesa, onde descobrirá um profundo mar de intrigas, mortes, conspirações e traições. Enfrentando seu primo bastardo pelo trono francês, ela irá ter de decidir entre casar-se por política ou tomar as rédeas de seu destino e seguir seu amor. Mas, e se o amor e política andassem de mãos dadas? Henry é o homem ao qual um dia ela já amou, mas ela terá de desvendar se o homem com o qual esta fadada a se casar ainda é o mesmo que amou em sua adolescência toda. Seria ele capaz de se tornar um bom marido e monarca ao lado dela? Meio há tantos inimigos, ela terá de provar que seu poder vai muito além dos títulos e que poderá conquistar sua vitória usando sua inteligência e poder.
Ler maisPor motivos que não irei expor aqui, removi meu livro desta plataforma ja que a mesma não parece prezar e cumprir com sua palavra para com os autores. Por se recusarem a remover meu livro quando eu solicitei educadamente pela quebra de contrato e por me tratarem com má educação durante todo o processo eu allterei os capitulos. Peço desculpas aos leitores que me acompanharam até aqui <3! Agradeço a todos vocês.---------------- Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam consequat ultrices sagittis. Vestibulum mattis ex a erat fermentum interdum. Morbi mi enim, tempus nec quam nec, finibus efficitur lorem. Nunc sodales augue eget sagittis blandit. Maecenas vel mattis leo. Donec mollis velit vel lectus vehicula suscipit. Duis sodales tempus lorem at vestibulum. Suspendisse tempor velit porttitor enim iaculis placerat. Duis vel maximus risus. Cras quis diam augue. Nulla facilisi. Donec sollicitudin dolor sed est molestie malesuada. Morbi l
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“Confesso que muitas vezes pensei realmente em desistir da França. Seria fácil abdicar de um trono cujo país nunca cheguei a conviver, mas então eu me peguei observando o rosto de minha mãe, aprendendo a história e cultura francesa, entendendo o povo pelos olhos dela e de meu avô. De alguma forma, mesmo não sendo o país onde cresci e vivi, sinto como sendo meu povo e temo que sob a posse de um desequilibrado como Frederich não apenas a França, como a Escócia sofram. Por isso farei o meu melhor para cuidar dos que dependem de mim, pai.” — Charlotte, Abril de 1648.O dia amanheceu mais alegre e tranquilo naquele dia. Embora Charlotte soubesse que nada daquilo fosse durar por muito tempo, ela se sentia aliviada em perceber que ao menos um dia de descanso lhes fora dado. Motivada ela saiu de seus aposentos acompanhada por Nimue, que lhe faria c
Poucas horas após sua conversa com Henry, Charlotte deixou a sala do trono para cuidar do jantar que ocorreria no dia seguinte para os nobres da corte ao qual Henry buscaria apoio antes de sua coroação. Aquela seria uma tarefa importante para seu reinado, já que Henry precisaria reconquistar a confiança dos nobres se quisesse permanecer no controle. Uma vez que ela já o havia incumbido uma tarefa complexa, cuidar de tarefas chatas como aquela era o mínimo ao qual ela poderia fazer, entretanto, as coisas se complicaram ao descobrir que Caterina desejava sua presença. Mesmo incomodada, Charlotte engoliu seu orgulho e decidiu deixar as tarefas domésticas à cargo de Effie e Nimue, que haviam sido soltas após a libertação de Henry. Trajando-se como a rainha, Charlotte desceu pela masmorra em direção à cela de Caterina.Uma vez lá, Charlotte nã
As horas se passaram e o dia se desenrolou em um enredo ensaiado onde todos preparavam a festa da morte de uma pessoa. Na cabeça de Charlotte, embora aquilo fosse apenas consequências das escolhas de Caterina, ela ainda sentia-se incomodada pelo fato de estar sendo condescendente com a decisão de matá-la. Quão melhor ela seria que ela, condenando uma monarca, mesmo que uma monarca suja como ela, à morte. Que direito ela tinha de fazer isso? Ela se perguntava constantemente enquanto permanecia sentada no trono sozinha. O salão estava vazio, as janelas abertas permitiam a luz do luar ultrapassar as cadeiras, pintando uma bela ilustração das janelas sobre o chão frio e polido.— No que está pensando com tanta atenção?A voz de Henry ecoou pelas paredes fazendo Charlotte saltar no lugar enquanto erguia o seu olhar, ainda perdido, para encara-lo. Ela n
O palácio estava em um alvoroço desde a acusação de Caterina. Daquele dia até hoje, Henry e os nobres ingleses despenderam grande tempo junto ao parlamento para finalmente acusarem Caterina de assassinato e traição. Tudo se complicou um pouco quando Bess havia sumido por dias, até que ela foi encontrada não muito longe de Londres, tentando retornar à sua cidade natal. Por sorte a guarda real conseguiu prende-la antes que ela se jogasse de um penhasco em direção ao rio. Charlotte passou um grande tempo fora de seu quarto, fazendo das mais variadas tarefas. Começou a gerenciar os assuntos do palácio, a gestão dos criados e às nobres que passavam seus horários do dia com a rainha, como durante o chá ou assistindo à uma peça de teatro. Embora não fosse muito atrelada às artes, Charlotte fez seu melhor ao apreciar e organizar peças e musicais para entreter a todos. Esta era sua forma de ajudar Henry que se quer havia parado um minuto desde sua soltura. &nbs
Último capítulo