Leyla Ylmaz
— Sem sorte com o táxi? — perguntou, a voz agora mais suave, quase brincando.Uma mudança desconcertante considerando como havíamos nos falado antes.
Revirei os olhos, lutando contra a tentação de respondê-lo com sarcasmo.
— Nenhuma. E eu não tenho tempo para esperar.
Ele olhou para o motorista e fez um sinal com a cabeça, antes de abrir a porta do carro.
— Eu posso te dar uma carona. Não precisa perder mais tempo.
Eu hesitei. A última coisa que eu queria era aceitar ajud