Capítulo 47

Alonzo

O envelope está sobre a mesa quando entro na sala. Branco, liso, elegante… familiar demais.

Meu nome escrito com caneta azul. A caligrafia não é dela, eu reconheceria a letra de Antonella até de olhos fechados. Mas esse envelope… veio dela.

Não preciso abrir para saber.

Sento na cadeira de couro, respiro fundo e rasgo a aba com cuidado, como se isso fosse impedir a porrada que já sei que vai vir.

Uma única folha. Assinada pelo advogado dela. Selo oficial. Termos do contrato. Pedido forma
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