Mundo de ficçãoIniciar sessãoUm delinquente juvenil que não acredita no amor verdadeiro. Um menino andrógeno e alegre, mas com um vazio no coração. Duas pessoas tão diferentes, mas, ao mesmo tempo, tão idênticas, vivendo a vida cotidiana um ao lado do outro. Formando uma provável paixão. Alguns dirão que é errado, mas um sentimento tão grande simplesmente não pode ser apagado. No amor e na guerra vale tudo e, para conseguir ser feliz, é preciso quebrar algumas regras.
Ler maisE foi naquele momento tão lindo, que Dante dizia amoroso:– Te amo Abel, meu amado baixinho.Ouvir aquilo, fez Abel olhar o outro com surpresa em seus olhos. O brilho que surgia em seus olhos castanhos era tão adorável, e o coração parecia que ia explodir de tanta felicidade! Sorria maravilhado, tomando a iniciativa de beija-lo outra vez. Eles sentem a língua um do outro novamente, se entregando um pouco mais.– Você... Ainda quer vir a minha casa mais tarde? – perguntou Abel, sorrindo muito.Aquela pergunta foi como um gatilho para o ruivo. Ambos sabiam, naquele momento, que agora que estavam juntos e decididos a serem felizes juntos, eles não tinham nada a lhes impedir de fazer o que queriam. E, com um sorriso sedutor, Dante disse convicto:– Com certeza.***
No dia seguinte, Abel esperava na praça de alimentação no shopping Morumbi, ouvindo suas músicas no celular.Tinha chegado cedo, como sempre, se distraindo com duas bandas Heavy Metal, enquanto esperava seus amigos Danilo e Laura chegarem, assim como Dante. Os quatro tinham combinado de se encontrarem ali para comer algo e dar uma volta no shopping, um convite feito por Danilo depois de ficar sabendo do retorno dos amigos da viagem a Penedo. Apesar de Abelardo querer ter um encontro a sós com o ruivo, sentia falta dos amigos de escola também.Lhe pareceu uma boa ideia sair um pouco e comer um lanche do McDonalds, e talvez, mais tarde, conversar a sós com Dante.E, no que levantava a cabeça para olhar para frente, via o bendito se aproximar da mesa em que estava sentado, sorrindo.– Bom dia baixinho.
– Pode deixar! – falou animado, rindo com os cabelos todos desalinhados. Ele ajeita os cabelos de novo, olhando então para Dante.O ruivo se aproxima de Abel, e, assim que Patrícia se distancia um pouco para continuar a falar com os outros dois adultos, Dante sorria e falava bem próximo do rosto do outro:– Eu... Nem sei como me expressar nesse momento... Eu ainda to meio perdido nas palavras... – eles soltam uma risada sem jeito, mas Dante continua – Bem... Obrigada. Por ter vindo com a gente e... Por tudo. Por estar comigo.– Sempre estarei. É o único lugar que quero estar – disse sincero, fazendo o maior corar como um tomate. Ele ficava tão fofo daquele jeito! – Você... Não quer ficar um pouco? E depois te acompanho até em casa? – deu o convite, que para o ruivo era bem tentador.
No dia seguinte, todos acordaram cedo. Estavam ansiosos pela viagem de volta para casa.Os rapazes foram arrumando suas malas e suas mochilas, deixando todo o quarto arrumado e limpo. Depois de tomarem banho e comerem um delicioso café da manhã, desciam com as coisas para fora da casa e colocavam tudo dentro do porta-malas do carro de Simon.Foi uma viagem muito feliz e incrivelmente mágica. Com certeza os dois casais enamorados não a esqueceriam por um bom tempo.Logo estavam com tudo pronto, com os idosos gentis juntos para se despedir.– Foi um prazer em te conhecer Abel, muito mesmo! – disse a senhora Anna Barbosa, o abraçando forte e sorrindo com alegria, assim como o jovem de cabelos bicolores – Volte sempre que quiser meu querido.– Voltarei sim, com certeza! – ele a abraça mais, ri





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