O silêncio no quarto já não era o mesmo. Enquanto, a atmosfera era denso, quase sufocante, carregada de medo, de incertezas que ninguém ousava nomear. Agora, era diferente. Ainda pesada, ainda cheio de coisas não ditas, mas atravessado por algo novo: incredulidade. Como se todos ali estivessem apenas esperando que alguém dissesse que aquilo não era real. Mas era.
Anderson estava acordado.
Ele ainda segurava a mão da mãe, os dedos firmes, como se houvesse aprendido tarde demais o valor daquele