Bella…
Voltamos à mansão de Ace. Eu ainda fervia de raiva.
— Aqueles filhos da puta precisavam levar uma lição do caralho. — Falei, pegando uma garrafa de vinho e servindo‑me um gole, na esperança de que aquela bebida acalmasse meu ódio.
Valentina apenas balançou a cabeça enquanto observava. Se quer algo bem feito, faça você mesma. Estávamos no lounge, diante da lareira acesa. Observei as chamas dançarem, sentindo meu ódio ceder um pouco; o fogo sempre me acalmava.
Ace entrou, todo coberto de sangue. Algo me dizia que a reunião não tinha corrido como planejado. Levantei‑me e fui até ele. Ele pareceu surpreso ao me ver ali — talvez achasse que eu tivesse ido embora antes de seu retorno.
— Parece que você se divertiu hoje. — Comentei.
Ele olhou para as mãos e flexionou os braços, exibindo os músculos.
— Digamos que a pessoa precisava de algo a mais, sabe? — Murmurou, hesitando.
Entendi perfeitamente o recado, ainda mais por ter soado tão pessoal.
— Certo, venha, vamos cuidar de você. — C