Camille
Ainda sorrindo, ele me ofereceu a mão. Era um gesto cortês, mas não pude evitar o arrepio que correu pela minha espinha quando vi o brilho familiar nos olhos castanhos. Ele parecia novamente um anjo sombrio, com a beleza sublime maculada por uma sombra maligna.
Engolindo em seco para me livrar do nó na garganta, coloquei a mão na dele e deixei que ele me levasse para o andar de cima. Era melhor assim, mais civilizado. Permitia que eu fingisse por mais alguns momentos, que me agarrasse à