A manhã estava fria e silenciosa. De repente, o portão do condomínio se abriu lentamente. A buzina soou, e o segurança se aproximou para abrir a porta do carro.
Márcia desceu com uma garrafa de espumante na mão. Sua saia estava virada para o lado contrário, rasgada e cheia de sujidade. O biquíni vermelho pendurado no braço direito, com manchas de esporra, ainda húmido. Seus olhos caídos; só de olhar, percebia-se a ressaca que movia seus ossos. As pernas já calejadas.
Márcia tocou a campainha. E