Verônica
O quarto estava abafado, o ar denso de calor e desejo. A respiração de Cadu era um sopro quente no meu pescoço, seu corpo quase colado no meu, a pele quente e úmida. A mão dele deslizava pela minha cintura me puxando para mais perto, a pressão suave, mas intensa, me fazendo estremecer.
Seus dedos percorriam minha pele, traçando um caminho de fogo. Ele me olhava, os olhos escuros brilhando com uma intensidade que me deixava tonta. Eu me sentia como se estivesse flutuando, presa em um b