O quarto estava mal iluminado e as cortinas bem fechadas.
Uma figura alta e esguia repousava na cama, e o som da respiração regular de um homem chegava suavemente.
Alana estava de pé aos pés da cama, mal conseguindo distinguir a silhueta borrada do homem.
Os olhos levemente semicerrados, os lábios finos franzidos — mesmo dormindo, ele exalava uma presença imponente.
De vez em quando ele trabalhava em casa e tirava uma soneca à tarde.
Ela ficava tão agitada por dentro que não conseguia se deitar