A porta do escritório se fecha atrás dela com mais força do que o necessário, o som seco ecoa pelo corredor comprido da fazenda e faz dois funcionários erguerem a cabeça, mas ninguém se atreve a comentar nada, porque quando Manuela atravessa aquele corredor com os ombros tensos e o queixo erguido, todos sabem que algo está prestes a quebrar.
Luca está inclinado sobre a mesa grande de madeira, analisando papéis, o telefone afastado da orelha, a conversa recém-encerrada ainda vibrando no ar como