Rafael reuniu Herrera, Esteban e os seguranças na sala onde o mapa da hacienda cobria quase toda a mesa. As marcas de caneta, rotas e horários transformavam o móvel em prontuário de guerra. Ele ficou de pé na cabeceira, com o curativo na cabeça e a camisa aberta no peito, o corpo machucado, mas o olhar firme de quem já tinha decidido antes de qualquer discussão.
— Nós temos o nome — começou. — Aldo Fuentes Filho. Não é fantasma, não é lenda. É homem. Caminhoneiro, mecânico, criado dentro do ódi