Herrera chegou à hacienda pouco depois das nove, com o rosto marcado por um cansaço que não vinha só da falta de sono. Trazia uma pasta cinza debaixo do braço e o celular preso na outra mão. Rafael o esperava na sala principal, de pé, ainda com o curativo na cabeça e a camisa aberta no peito, o corpo inteiro em estado de alerta.
Camila estava ali também, na ponta do sofá, com o bebê dormindo no ninho portátil ao lado. Os dedos dela não paravam de alisar a manta. A cada ruído no corredor, o ombr