Camila acordou no meio da noite com vontade de ir ao banheiro e uma pressão estranha no baixo ventre. Não era dor forte, mas suficiente para deixá-la alerta. Ficou quieta alguns segundos, sentindo o bebê mexer.
— Está doendo? — Rafael perguntou atrás dela.
Ele estava acordado, apoiado no cotovelo.
— Não. Só um incômodo. Acho que ele está se ajeitando.
— Quer que eu chame a Ingrid?
— Se você chamar a Ingrid toda vez que ele espirrar aqui dentro, ela interna você, não eu — murmurou. — Me ajuda a