Camila acordou com o quarto mais claro e a televisão desligada. A primeira coisa que sentiu foi a mão de Rafael sobre a barriga, ainda pesando ali, como se tivesse passado a noite toda naquela posição.
— Dormiu alguma coisa? — ela perguntou.
— O suficiente para continuar em pé hoje — respondeu, sem tirar a mão dela. — E você?
— Entre um chute e outro, acho que sim.
Antes que continuassem, bateram à porta. Ingrid entrou sem cerimônia, com a prancheta e aquele olhar que não aceitava negociação.
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