SEM PALAVRAS.

Narrador onisciente.

No dia seguinte, pela manhã, Bruno acordou com uma dor de cabeça brutal, sua camisa estava lavada e passada, podia ir direto para o escritório, lá estava com roupas e a ferida doía muito menos do que na noite anterior.

Ele se arrumou e saiu do quarto de hóspedes e eles o cumprimentaram no café da manhã, Arantza ocupada ajudando as meninas do serviço com a comida e cuidando de Marcelo que a olhava como um pai orgulhoso quando ela o beijava na bochecha.

— Bom dia, querido...
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