O som de passos e vozes se aproximando do lado de fora ecoou pelo galpão como um trovão.
Meu pai ouviu também.
E, por uma fração de segundo, a atenção dele vacilou.
Foi tudo de que Gael precisou.
Com um movimento rápido, ele me empurrou para trás e avançou. O disparo ecoou ensurdecedor no depósito.
Meu grito rasgou minha garganta.
— GAEL!
Mas a bala acertou de raspão no braço dele.
Gael nem pareceu sentir.
Em um segundo, já estava sobre o meu pai, desarmando-o com um golpe preciso. A a