48 SANGUE ALHEIO

A chuva havia cessado, deixando um céu cinzento sobre Porto Andraka.

León estava de pé diante da janela panorâmica, com as mãos nos bolsos, observando a cidade. Não havia dormido. A adrenalina da noite anterior ainda corria por suas veias como gasolina.

A porta se abriu e Adrián entrou. Trazia os resultados dos testes de DNA. Caminhou até a mesa e d

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