Quando chegamos na fazenda para trabalhar naquela manhã, Pedro tinha um sorrisinho maroto no rosto, e quando eu perguntei ele apenas disse que estava de bom humor, mentiroso.
Ele estava aprontando alguma, já o conhecia bem o suficiente para perceber sua cara de criança arteira.
Assim que coloquei os pés na minha sala descobri do que se tratava, ele ficou parado atrás de mim, com as mãos nos bolsos, me observando, enquanto eu caminhava em direção a minha mesa, que tinha uma caixa em cima.
Era um