PÉNELOPE VERONESI
Abri a porta lentamente.
Observei atentamente todo o espaço, as cortinas, de uma brancura quase etérea, parecem permitir que os raios da aurora resplandecente adentrem o recinto sem obstáculos. O chão de madeira se estende imaculado, refletindo com clareza cada raio de luz que dança sobre ele. A cama, primorosamente arrumada, ostenta lençóis em suaves tonalidades de caqui e bege.
A temperatura estava fria, o que acentuava ao cheiro de lavanda que pairava por todo o quarto, e