A luz da manhã filtrava-se pelas cortinas brancas do quarto, pintando o ambiente com um tom suave de esperança. Bridget despertou devagar, os olhos ainda pesados pela exaustão acumulada — física e emocional. O cheiro de café fresco e pão levemente tostado invadiu o cômodo, trazendo uma sensação de lar que ela não sabia mais como sentir.
Ainda vestindo o moletom aconchegante que Maxwell deixou para ela, levantou-se devagar, sentindo o corpo ainda frágil. Caminhou até a janela e viu, lá embaixo,