Os dias no apartamento de Gustavo haviam se tornado um cárcere psicológico. Bridget mal via a luz do sol. O segurança que ele contratara não a deixava sair nem para o terraço. As janelas trancadas, o celular confiscado e o silêncio opressor transformavam o lugar em uma prisão luxuosa.
— Tirei férias por você — murmurou Bridget para o espelho, como se tentando se convencer de que ainda havia controle sobre alguma parte da própria vida.
Gustavo aparecia sempre com presentes: livros, flores e sobr