A entrada da árvore ancestral era imponente. Suas raízes espessas serpenteavam pela terra como serpentes milenares, e o tronco, largo e enegrecido pelo tempo, parecia pulsar com uma energia antiga. Um arco natural entre os galhos curvados abria passagem para um interior iluminado apenas pela luz azulada que emanava das veias da madeira — como se a própria essência da Lua corresse por elas.
Amélia entrou primeiro, os dedos roçando levemente o tronco, como se buscasse uma conexão com algo invisív