A caverna permanecia envolta em silêncio, exceto pelo suave eco das gotas que pingavam de alguma fenda oculta no teto. O crepitar das pequenas chamas no centro do abrigo aquecia o espaço com uma luz dourada e trêmula, projetando sombras dançantes nas paredes irregulares. Amélia e Damian estavam deitados sobre as peles estendidas, mas não havia mais distância entre eles. Seus corpos estavam próximos, quase colados, e o calor compartilhado entre suas peles parecia mais intenso que o fogo ao lado.