— Joana, agora que Marcos chegou, eu vou pra casa. Tá bem? — disse, caminhando até a cozinha.
— Oh, minha querida... fique. — respondeu Joana, o tom gentil, enquanto segurava a xícara. — Toma um café primeiro.
— Eu adoraria, mas preciso resolver uma coisa no trabalho. — expliquei, forçando um sorriso. — Prometo que volto outro dia.
Marcos se levantou, o olhar sério.
— Eu te levo em casa, Letícia. — disse, já pegando as chaves na bancada.
— Não precisa, Marcos. — respondi rapidamente, bala