75. CELIA E O AMOR
Em meio à minha sonolência, olhei para Alonso, que sorriu e, sem responder, me atraíu para ele, beijando-me com paixão, fazendo-me esquecer de tudo o mais. Seus lábios me devoravam com um ardor abrasador e, apesar do cansaço que me consumia, deixei-me levar. Eu amava este homem que arriscava tudo por mim.
Agora, entre seus braços, sentia minha vida como Celia, a diretora de uma empresa que não me pertencia nem me reconhecia, muito distante. E, acima de tudo, o amor que acreditava sentir por R