221. O MEU IRMÃO FABRIZIO
ALONSO:
O rugido do motor do Fabrizio ressoou na rua como um trovão, fazendo o ar vibrar com a sua força. Os atacantes, ao reconhecer o som, paralisaram por um instante, os rostos a empalidecer perante a chegada do temido Garibaldi. Desceu do carro mesmo a tempo de ver como o Dante me protegia juntamente com outros do ataque feroz dos inimigos na tentativa de me apanhar.
—É o Fabrizio Garibaldi! —o grito desesperado de um deles cortou o ar como uma faca—. Vamo-nos embora ou seremos cinzas hoje!