145. CONTINUAÇÃO
LUIGI:
O silêncio, denso e palpável, apoderou-se da estância enquanto Lucero, com olhos que refletiam um mar de dúvidas e temores, examinava as amostras de escrita que Enzo lhe apresentava. Após um profundo suspiro, que parecia arrastar consigo uma carga imensurável, voltou-se para mim. A sua voz, tingida de vulnerabilidade e súplica, rompeu o silêncio:
—É verdade que nunca me rejeitaste? Não foste tu quem escreveu essas terríveis palavras nas cartas? —Fez uma pausa, tentando em vão conter as l