O som metálico e profundo do sino de bronze reverberou pelas paredes de pedra do palácio. Era o toque do despertar. Camila abriu os olhos lentamente. Sentia o corpo pesado e, ao mesmo tempo, estranhamente vibrante. A umidade real entre suas pernas era um lembrete físico de que Amara ainda caminhava por seus sonhos.
— Bom dia, bela adormecida — disse Sofia, já de pé, ajustando uma túnica de algodão leve. — O jardim nos espera.
Elas caminharam até o pátio central. O dia estava impecável. O sol da