Lia passou o resto do dia deitada, com o quarto escuro refletindo seu estado de espírito. Chorava intermitentemente, dominada pelo medo de perder o bebê e pelo terror de passar necessidade. Seu orgulho, porém, permanecia falando: ela não queria recorrer a Lysandro.
O pânico de perder o bebê e a necessidade a impulsionaram. Na manhã seguinte, bem cedo, ela levantou às 5h, ignorando as ordens de repouso, e foi de ônibus até a casa dele, deduzindo que andar um pouco não faria mal.
Chegou antes das