Lysandro percebeu os gemiidos de Lia mudarem de prazer para desconforto. A reação dela, que antes estava quente e disposta, começava a demonstrar sinais de incômodo. Ele não podia arriscar estragar o experimento com mais trauma físico.
— Devemos parar. — Ele disse, com a voz subitamente firme, tirando a mão e encerrando o toque.
Eles se deitaram lado a lado, ofegantes. O silêncio do quarto era desconfortável, carregado de exciitação abortada e uma intimidade ainda estranha.
— Você pode tomar ba