Ele pegou as chaves que estavam com o Romário, foi até lá sozinho, entrou sem fazer barulho, achou que Melyna exagerou, quando abriu a porta do quarto, viu Davina dormindo, era nítido que não estava bem, pálida, muito abatida, se aproximou com raiva, como se não tivesse culpa de nada
— Davina? Acorde!
— Precisamos conversar!
Mexeu no braço dela, a puxou para se sentar
— Você não tem juízo algum!
Ela foi despertando com dificuldade, ele se sentou a amparando
— Eu não posso parar a minha vida, pr