Aiyra
Kiler me ajuda a sair do elevador do prédio, seu braço envolvendo minha cintura com firmeza. Em outro momento eu ficaria encantada com a forma gentil com a qual seus braços me guiam ou como o seu perfume é agradável, mas agora a única coisa que toma a minha atenção é a dor que parece reverberar por meu braço cada vez que piso no chão.
Kiler quis me levar ao hospital, mas eu o lembrei que segundo os registros legais desse país eu estou morta, então eu argumentei com a calma de alguém que e