— Ai meu Deus! — falei apavorada. Guilherme saiu de cima de mim e se levantou da cama.
— Vamos sair daqui.
— E vai dizer o que? — perguntei estressada.
— Relaxa — disse sorrindo. — Oi, pai, estou aqui — falou alto. Arregalei os olhos. Em pouco tempo Alessandro apareceu na porta do quarto.
— O que estão fazendo? — perguntou franzindo a testa.
— Conversando — respondeu Guilherme. Como ele consegue ficar calmo?
— Civilizadamente?
— É claro!
— Que bom.
— Não ia voltar daqui a um dia?
— Sim, mas acon