Fiquei em silêncio com os olhos arregalados. Ele tinha um olhar intenso. Engoli em seco.
— Você não pode fazer isso?
— Acabei de fazer, Daniela.
— Mas você disse que não me quer... Disse que sou imatura...
— Eu sei. Eu estava com medo, Daniela. Na verdade, ainda estou.
— Tem medo de mim? — Mordi o lábio e ele riu.
— Às vezes.
— Há, há, há — debochei.
— Eu quero você mais do que tudo, Daniela. — Sorri e ele também. — Mas você tem que ter paciência comigo.
— Hum... Eu não sou muito paciente — fale