A casa estava mergulhada em um silêncio opressor, quebrado apenas pelos soluços baixos de Helena. Ela estava sentada no chão do quarto de Eros, segurando o bebê contra o peito, como se ele fosse a única âncora que a mantinha conectada à realidade.
Os olhos estavam inchados de tanto chorar, o rosto pálido, e os lábios tremiam de exaustão e dor.
— Por que ele? — ela sussurrou, olhando para o pequeno rosto de Eros. — Por que a vida tirou seu pai de nós?
Eros, ainda inocente ao sofrimento ao redor,