O motor do carro rugiu quando Cerberus chegou ao sítio, freando bruscamente na entrada. Assim que saltou do veículo, seus olhos varreram o ambiente, buscando qualquer sinal de Helena ou de seu filho. A porta da casa estava aberta, e ele entrou apressado, encontrando Helena ajoelhada no meio da sala, soluçando desesperadamente.
Selene tentava conte-la ou pelo menos levá-la para o sofá, mas ela não queria. Tinha o pequeno cobertor azul em seus braços.
— Ele sumiu... levaram meu bebê! — a voz dela