Se ele quer uma noiva, terá.
Entrei no apartamento como quem cruza a linha de chegada de uma maratona emocional: ofegante, irritada e com o orgulho mastigado.
Assim que a porta bateu, fui direto ao armário e arranquei a mala de dentro com a fúria de quem estava prestes a declarar independência.
— Chega. — Resmunguei, jogando roupas na mala sem qualquer respeito por cores, lógica ou futuro. — Vou me esconder em algum lugar. Que se dane o Demir, o restaurante, o curso, a Turquia… o planeta inteiro.
Parei.
A imagem do meu pai