Saímos do restaurante sob mais alguns flashes atrasados, desses que sempre aparecem quando você já baixou a guarda. Demir ainda segurava minha mão, firme, como quem diz sem dizer: acabou.
Fizemos pose. Um sorriso treinado. Um aceno curto.
E então a porta se fechou atrás de nós.
O barulho da rua pareceu distante demais de repente.
Demir abriu a porta do carro para mim com a calma de quem não devia nada a ninguém. Entrei. Ele deu a volta, sentou ao volante e ligou o motor sem pressa, como se o mu