Saímos do chalé de mãos dadas.
E eu juro que não foi encenação. Não naquele momento.
O segurança ainda tinha aquele olhar de “quase vi seu marido pelado e agora não sei como viver com essa informação”. Evitou meus olhos. Evitou os de Demir mais ainda.
Seguimos pelo jardim. O sol da manhã era bonito demais para o clima que começou a se formar no meu peito.
Então o barulho veio.
Primeiro distante. Depois, cortando o ar.
Hélices.
Parei automaticamente.
— Quem será que está chegando? — perguntei, m