Chegou o dia da henna.
Minha mãe parecia flutuar pela casa, sorrindo para as paredes, para os móveis, para o destino.
Eu, por outro lado, fazia o possível para não cruzar com meu pai.
Porque se Yaman me olhasse por mais de três segundos seguidos… ele veria.
Que eu não estava grávida.
Que meu corpo não escondia nada.
E que menti para ele com a maior cara de pau da história da família Karaman.
Fiquei refugiada no quarto como quem se esconde da própria consciência.
O enxoval chegou no meio da tard