Juro por tudo que é sagrado — inclusive a panela de pressão do restaurante — que eu só queria trabalhar, juntar dinheiro e talvez comprar uma moto usada no Brasil quando voltasse.
Mas não.
O destino olhou para mim e pensou:
Vamos brincar. Me colocou no meio de um casamento turco e com direito a pai mafioso da noiva.
Assim que chegamos na frente do restaurante e a horda de repórteres veio para cima do casal, eu fiquei ali atrás tentando não ser atropelado por um microfone. Estava só procurando u