A mansão de Yaman estava silenciosa, elegante, impecável… até o portão se abrir de um jeito tão brusco que parece que alguém chutou a alma do ferrolho.
Samira surge na entrada como uma deusa da fúria, vestindo salto, bolsa atravessada no ombro e a escuta arrancada no punho, balançando como arma do crime.
O segurança na guarita pensou seriamente em pedir demissão.
Samira passou por ele sem nem respirar na direção correta.
A porta principal abriu e Yaman apareceu no topo da escada interna, com s