Acordei sentindo mãos no meu quadril. Firmes. Quentes. Seguras demais para serem invenção, reais demais para eu questionar. Abri os olhos e Demir estava ali, tão perto que o espaço entre nós parecia um erro.
— Bell… — ele disse, como quem confessa. — Eu não aguento mais essa distância.
Meu peito apertou. Não havia pensamentos organizados, só uma corrente quente se espalhando sob a pele, deixando claro que o meu corpo já tinha tomado partido.
— Então não fica longe — respondi, a voz baixa, entre