Saímos da praia e cada um seguiu para seu canto.
Nossos amigos foram para seus aposentos.
Eu e Demir, para o chalé.
Meu estômago vibrava.
Não sabia se era fome… ou ansiedade.
Demir caminhava ao meu lado com aquele ar de quem acredita piamente que é invencível.
Imune a sogros assassinos.
Ao caos.
Imune a mim.
Eu, por outro lado, suava como se carregasse uma culpa ancestral.
Quer dizer… culpa não.
Culpa… culpa, não.
Fui obrigada a aceitar o noivado fake.
Depois, minha mãe apareceu com um contrato