Cheguei ao apartamento pronta para voltar para o Brasil, antes que tudo isso virasse uma bola de neve sem controle.
Mas quando abri o passaporte, ri de nervoso. A data ficou piscando como letreiro em neon.
Eu só poderia usá-lo no final do curso ou se o dono do estabelecimento me demitisse antes.
Minha rota de fuga acabou de ser esmagada, sentei-me na beira da cama e tomei minha decisão.
Peguei o celular e mandei uma mensagem para Demir, confirmando nosso café.
E, quando amanheceu, me arrumei e